Em meio a uma investigação do Ministério Público do Distrito Federal e dos Territórios (MPDFT) sobre supostas irregularidades em creches, a defesa da Casa da Nanny, representada pelos advogados Juliana Porcaro e Valter Xavier, emitiu uma nota contundente que destaca a importância de uma apuração responsável e transparente. Eles contestam as alegações do promotor Leonardo Jubé, afirmando que ele propagou informações distorcidas e vazou dados sigilosos de forma ilegal, o que poderia comprometer a integridade do processo. A nota enfatiza que a escola Colibri Kids, na Asa Sul, opera legalmente desde 2022 e nunca foi alvo de investigação, rechaçando a ideia de uma “reabertura clandestina” da Casa da Nanny. Com um tom de confiança nas instituições, os advogados listam evidências de supostos abusos por parte do promotor, como citações indevidas de inquéritos e acusações sem base em perícias reais, e prometem tomar medidas legais para preservar a legalidade e evitar julgamentos precipitados pela mídia.
Essa resposta da defesa não só questiona a conduta do promotor, mas também evoca o caso Escola Base como um alerta positivo para a sociedade, incentivando uma reflexão sobre como acusações infundadas podem ser evitadas com rigor investigativo. Ao afirmar plena confiança no Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) e no MPDFT, apesar dos “posicionamentos isolados” de Jubé, a nota reforça a crença em um sistema judiciário que prioriza a verdade e a justiça. Os advogados destacam que o promotor tentou intimidar a defesa, mas isso só fortalece a determinação em esclarecer os fatos, promovendo um debate construtivo sobre ética pública. Enquanto o MPDFT investiga denúncias de maus-tratos, falta de higiene e operação sem autorização na creche do Sudoeste, a defesa argumenta que os donos agiram com motivação econômica, mas sem intenções criminosas, omitindo irregularidades aos pais – um ponto que, segundo eles, carece de provas concretas.
No fundo, essa controvérsia pode inspirar jovens a se engajarem mais com temas de transparência governamental, mostrando como defesas assertivas e baseadas em fatos contribuem para um ambiente mais justo. A ausência de resposta do MPDFT até o momento abre espaço para um diálogo positivo, onde a investigação pode evoluir para um modelo de accountability que beneficie toda a comunidade do Distrito Federal.