Esta semana, marcada pela celebração do Natal, destaca efemérides que entrelaçam cultura, história e política. O Natal, data máxima do cristianismo, promove confraternização familiar e reflexão sobre o nascimento de Jesus Cristo, impulsionando a economia com compras para ceias e presentes. No âmbito político, recordamos a dissolução oficial da União Soviética em 1991, após a renúncia de Mikhail Gorbachev, um marco que redefiniu o mapa geopolítico global e encerrou a Guerra Fria. Outra data relevante é o nascimento de Mao Tsé-Tung em 1893, fundador da República Popular da China, cujo legado revolucionário influenciou o comunismo mundial. No Brasil, celebra-se a criação do estado de Rondônia como unidade federativa, além da fundação do Partido Republicano Feminino por Leolinda de Castro há 115 anos, um passo pioneiro na luta pelos direitos das mulheres na política nacional.
No dia 21 de dezembro, o Solstício de Verão no Hemisfério Sul traz o dia mais longo do ano, simbolizando maior iluminação solar, enquanto se completam dez anos do incêndio que destruiu o Museu da Língua Portuguesa em São Paulo, resultando na morte de um brigadista. O Dia da Consciência Ecológica, em 22 de dezembro, incentiva reflexões sobre impactos humanos no meio ambiente, com pesquisas recentes indicando que mais de 95% dos brasileiros reconhecem as mudanças climáticas. Efemérides pessoais incluem o nascimento de Cristina Buarque em 1950, irmã de Chico Buarque e ícone do samba, falecida este ano, e a morte do locutor Jorge Curi há 40 anos, narrador de Copas do Mundo pela Rádio Nacional. Internacionalmente, recorda-se a fundação da Klu Klux Klan há 160 anos, organização terrorista supremacista, e a coroação de Carlos Magno como imperador do Sacro Império Romano há 1225 anos, eventos que moldaram narrativas de poder e intolerância.
Outras datas notáveis englobam a fundação do Fundo Monetário Internacional há 80 anos, com assinatura de 29 nações, e a morte do político Orestes Quércia há 15 anos, além do nascimento de Dona Ivone Lara em 1917, dama do samba. Essas efemérides convidam a uma análise neutra de como eventos históricos e culturais continuam a influenciar debates políticos atuais, desde sustentabilidade até legados autoritários.