quinta-feira , 15 janeiro 2026
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CLDF aprova lei que cassa ICMS de empresas com trabalho escravo no DF

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Fachada da Câmara Legislativa do DF com correntes quebradas simbolizando lei contra trabalho escravo.

Lei rigorosa contra trabalho escravo no Distrito Federal

Em uma medida que expõe a persistente chaga do trabalho em condição análoga à escravidão no Brasil, a Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) aprovou uma lei que prevê a cassação do cadastro do ICMS para empresas flagradas explorando mão de obra dessa forma. Essa legislação, agora em vigor, surge como resposta às graves violações de direitos humanos que ainda assolam o país em 2026, destacando a falha sistêmica em erradicar práticas desumanas. Roberto Negreiros, figura chave na CLDF, impulsionou essa iniciativa, revelando a urgência de punições mais drásticas contra empresas que priorizam lucros sobre a dignidade humana.

A gravidade das violações de direitos humanos

O combate a violações de direitos humanos relacionadas ao trabalho escravo motivou a aprovação dessa lei na CLDF. Empresas que utilizam trabalho em condição análoga à escravidão enfrentam agora a perda do cadastro do ICMS, uma sanção que pode paralisar suas operações no Distrito Federal. Essa realidade sombria persiste apesar de avanços globais, com o Brasil ainda registrando casos alarmantes que degradam a imagem do país e perpetuam desigualdades sociais profundas.

A aprovação legislativa na CLDF, convertida em lei, reflete a decepção com o setor privado que ignora normas éticas básicas. No Distrito Federal, onde se espera liderança em políticas progressistas, essa medida destaca o fracasso em prevenir explorações que remetem a épocas sombrias da história brasileira. Roberto Negreiros enfatizou a necessidade de ações concretas, mas a persistência do problema questiona a efetividade de leis passadas.

Impactos negativos para empresas infratoras

A cassação do cadastro do ICMS representa um golpe fatal para empresas que dependem de incentivos fiscais no Distrito Federal. Essa punição, aprovada pela CLDF, visa desestimular práticas que violam direitos humanos, mas expõe a vulnerabilidade de trabalhadores em um cenário econômico instável de 2026. A lei reforça a mensagem de que o lucro obtido por meio de exploração não será tolerado, embora critique implicitamente a lentidão das autoridades em fiscalizações preventivas.

Enquanto o Brasil luta contra resquícios de trabalho escravo, essa legislação da CLDF serve como alerta para o setor produtivo. Roberto Negreiros e seus pares na Câmara Legislativa do Distrito Federal buscam, com essa medida, mitigar danos irreparáveis a vítimas, mas o tom negativo persiste: quantas vidas já foram destruídas antes dessa aprovação? A expectativa é que essa lei, agora em vigor, force uma mudança, embora o histórico de impunidade gere ceticismo.

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